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.: Créditos :.

Parem o mundo que eu quero descer...
Josef Fritzl, que manteve a filha Elisabeth durante 24 anos presa em um porão de Amstetten e teve sete filhos com ela, está recebendo centenas de cartas de amor. Segundo o jornal Daily Mail, as remetentes são mulheres se oferecendo para viver um romance com o austríaco
Algumas das mulheres chegaram a dizer que Fritzl tem bom coração e que é mal interpretado. Há também as que acreditam que ele prendeu a filha por tanto tempo para mantê-la longe de problemas. Até agora, o engenheiro elétrico aposentado já recebeu cerca de 200 cartas de amor.
Bom...penso que a pessoa mergulha no poço e chega até o fundo. Não satisfeita, acha que fundo não é fundo o bastante e começa a cavar. Descobre, então, que trata-se de um fundo falso. É isso mesmo. O fundo do poço adapta-se à capacidade masoquista da pessoa.

Por alguma especial razão, sou dada a cair de amores por pessoas especiais. Mas qual é o fator determinante para definir um ser como especial? Não há regra geral. Até porque a minha idéia de "especial" pode ser oposta à sua e a de tantos outros. Sou tomada de profunda ternura e respeito por esses seres tão distanciados do comum. Não que o comum seja um atributo depreciativo. Arrisco dizer que são aqueles que, de alguma forma, estão em desacordo com algumas regras ou fora do lugar comum e trazem algo de mágico e de muito próprio na forma de sentir. Sou cercada por um bom número deles, para minha felicidade. Há um fenômeno de atração natural. Talvez os encontre porque procuro por eles inconscientemente. Meu carinho exagerado por essas pessoas só pode ter a seguinte explicação: ou é porque eu devo ter me tornado demasiadamente comum, ao ponto de me encantar assim com as oposições, ou é porque também devo ser um deles e identifico meus iguais. Pode ser também por eu já ter sido um deles algum dia e sinta saudades de mim. Não sei bem, e não quero saber. Gosto deles. Pronto. A luz é diferente, a energia é diferente, o percurso do pensamento e do processo criativo é diferente. O sentir é sutil, repleto de filigranas. Abençoadas sejam as criaturas especiais.
O que muito se vê por aí são pessoas criando personagens caricatos, forçando uma barra terrível para serem diferentes e permanecerem em evidência por mais de quinze minutos. Isso é o que não falta. Mas quem tem um pouco de percepção reconhece logo essa gente "style", que força um gênero. Tudo o que não acontece pela natureza é nitidamente percebido pelos mais sensíveis. Deixam cair a fantasia na primeira circunstância de pressão e acabam se revelando. Mas os verdadeiramente especiais já nascem assim e assim continuam, independente das solicitações da vida. Eles são lindos, sublimes e raros. Cada vez mais raros. Sobretudo num mundo em que até as diferenças andam iguais e globalizadas, em que a ânsia de dizer algo novo já se tornou uma prática decadente E, sendo assim, considero-me feliz por ter amigos especiais. Queria que eles soubessem do quanto me ajudam a renovar o meu olhar para vida.

Por quê essa mania de deixar rastros sempre?
De anotar tudo?
De demarcar?
Por quê simplesmente não aprendo de uma vez por todas a flutuar???
"O AMOR É UMA COISA MAIS PROFUNDA, QUE UM ENCONTRO CASUAL"
Belchior
Eu que perdi a tão pouco tempo meu marido com esclerose múltipla,no auge de seus 45 anos, me emocionei demais com o filme (certamente pela identificação) para mim...foram anos de luta,precisamente quinze anos, de companheirísmo, união e coragem, até sermos vencidos pelo destino. Mas o mais importante de tudo, nesse mundo tão banal, é sabermos que heróicamente criamos um mundo " a parte" onde somos abençoados por Deus e nos tornamos bonitos por natureza, mas que belê...
Lorenzo Odone, cuja doença motivou um esforço sobre-humano por parte de seus pais para salvá-lo e inspirou o filme indicado ao Oscar "O Óleo de Lorenzo", morreu aos 30 anos, informou a imprensa americana neste sábado.
Seu pai, Augusto Odone, afirmou ao jornal "Washington Post" que Lorenzo morreu na sexta-feira, em sua casa de Virgínia por causa de uma pneumonia.
Segundo o "Post", Augusto Odone atribuiu os anos de sobrevivência de seu filho a um tratamento a base de azeite de oliva e colza, que ele descobriu pouco depois que Lorenzo foi diagnosticado com a doença, no final dos anos 80.
O filme "O Óleo de Lorenzo" descreve essa descoberta e os esforços de Augusto e Michaela Odone - interpretados por Nick Nolte e Susan Sarandon, que foi indicada ao Oscar por esse trabalho - para prolongar a vida de seu filho. Apesar de leigo, Augusto estudou a fundo a doença do filho e chegou a uma resposta até então desconhecida pelos médicos