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.: Créditos :.
A campanha de verão da Cabana, que foi chamada de ‘mais quente que o Rio no verão’ inclui um vídeo sexual e explícito, que qualquer pessoa (maior de 21 anos, claro) pode ver i. Ele termina com um close-up na modelo mostrando sua Brazilian wax (sic), aparentemente uma outra característica típica das mulheres no país da America do Sul".
A tal Cachaça Cabana é produzida em São Paulo, mas é propriedade de um investidor americano, que resolveu explorar o nosso mercado… e as mulheres.
Francamente, num país onde o turismo sexual e um desafioa ser enfrentado, tudo que nós não precisamos é de um gringo cafetinando a já castigada imagem da mulher brasileira .
A nova campanha, criada para Cabana pela renomada agência de publicidade de Nova York Avrett Free Ginsberg, expressa essa fantasia noturna exótica, sensual, que parece inventada pelos brasileiros, que têm a habilidade de fazer uma festa do nada e a transformam na noite mais excitante que você já teve."
Mas, não se iludam. Essa imagem não ajuda em nada nem à mulher brasileira, nem ao país, é um insulto e só estimula o país como um paraíso do turismo sexual.
Encontrei uma perspectiva interessante, em relação a essa propaganda, que questiona se essa propaganda só foi possível num país ultra conservador como os EUA, por mostrar uma imagem "multicultural" (em outras palavras, de uma mulher de um país considerado pobre por aqui), já que não passaria se fosse uma mulher americana.:
Muito bem pensado. Se tentassem veicular uma propaganda dessas com uma loirinha "all american" para a cerveja Budweiser sera um escândalo por aqui.
Enfim, essa imagem ultra sexualizada da mulher brasileira, não leva a nada mais do que isso… gringos vendendo a nossa cachaça para enriquecer seus já recheados cofrinhos ou meninas vendendo o corpo - a gringos que babam por um brazilian wax - em troca de um prato de comida.
essa postagem está no blog (sindrome de estocolmo) achei interessante divulgá-la aqui, pois temos a mesma opinião. Parabéns Denise...
O silêncio já se tornou para mim uma necessidade física espiritual. Inicialmente escolhi-o para aliviar-me da depressão. A seguir precisei de tempo para escrever. Após havê-lo praticado por certo tempo descobri, todavia, seu valor espiritual. E de repente dei conta de que eram esses momentos em que melhor podia comunicar-me com Deus. Agora sinto-me como se tivesse sido feito para o silêncio.
Aqueles que têm um grande autocontrole, ou que estão totalmente absortos no trabalho, falam pouco. Palavra e ação juntas não andam bem. Repare na natureza: trabalha continuamente, mas em silêncio.
A fé – um sexto sentido – transcende o intelecto sem contradizê-lo.
Orar não é pedir. Orar é a respiração da alma.
desconheço o autor...

Se perdem gestos, cartas de amor, malas, parentes
Se perdem vozes, cidades, países, amigos
Romances perdidos, objetos perdidos, histórias se perdem.
Se perde o que fomos e o que queríamos ser.
Se perde o momento, mas não existe perda, existe movimento.

Lingerie criada por Midori Matsuo se classifica para a final do Triumph Inspiration Award
Jesuisssssss, sobrou inspiração e faltou criatividade e bom gosto, tem que ser corajosa para usar essa fantasia, é para espantar pretendentes indesejados? kkkkkkkkkk que meda...

Tenho pensado bastante sobre a fé e os seus mistérios ultimamente. E descobri que, todas as vezes que falei com Deus ou alguma espécie de força abstrata na vida, não foi em forma de rezas prontas. Nada acontece comigo quando repito coisas, mas quando sinto e penso profundamente sobre elas. Sempre que fiz uma prece, preferia falar de mim e do que acontecia comigo como quem fala com um amigo, com um pai, com uma irmã. Pra mim, isso essencialmente é fazer uma oração.
Porém, alguns momentos são confusos e distantes. E não há como verbalizar sentimentos, sensações, dores e alegrias. E não há quem não precise de palavras. Nessas horas, é bom ler algumas orações que outras pessoas escreveram, porque nelas fica claro o que estava escuro antes.
Aprendi que há quatro coisas que já nascem com a gente: a dor, o sofrimento, a solidão e a morte. Vem no contrato, carimbado e assinado. Conforme nos posicionamos diante das situações da vida, podemos passar por isso tudo sem tantas sequelas